Novas subestações de energia da (re)energisa fortalecem o agronegócio e a logística no Centro-Oeste
Conheça as novas subestações de 138 kV da (re)energisa para Cambuhy e Rumo. Investimento estratégico em energia para fortalecer a economia do Centro-Oeste.
A expansão da infraestrutura energética é essencial para sustentar o crescimento econômico do Brasil, especialmente no Centro-Oeste. Nesse cenário, a (re)energisa firmou contratos para a implantação de subestações de energia de 138 kV, ampliando a capacidade do sistema elétrico e atendendo grandes projetos do agronegócio e da logística.
Esses investimentos reforçam a infraestrutura no Centro-Oeste, garantem maior confiabilidade no fornecimento de energia e criam condições para o desenvolvimento regional sustentável.
Subestação de energia: investimento estratégico para o Centro-Oeste
A implantação de uma subestação de energia em alta tensão (138 kV) é um investimento estratégico em regiões com forte expansão econômica. Essas estruturas garantem estabilidade ao sistema elétrico, reduzem riscos de interrupções e permitem que grandes consumidores operem com segurança.
No Centro-Oeste, onde o agronegócio é altamente tecnológico e depende de processos automatizados, a confiabilidade energética deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade básica. As subestações em implantação têm previsão de conclusão até 2027 e ampliam a capacidade da rede elétrica regional.
Subestação de energia para a Cambuhy Agrícola, em MS
Um dos contratos firmados pela (re)energisa atende à Cambuhy Agrícola, em Ribas do Rio Pardo (MS). O projeto prevê a construção de uma subestação de seccionamento de 138 kV, conectada por uma linha de transmissão de seis quilômetros à subestação da Fazenda Sete Voltas, voltada à produção de laranjas.
Com investimento estimado em R$ 1,2 bilhão, a chegada da Cambuhy ao Mato Grosso do Sul marca a expansão da citricultura brasileira diante dos impactos do greening em São Paulo. A subestação de energia foi projetada para atender a uma demanda mensal de aproximadamente 22 MW, com prazo de obra estimado em 17 meses.
Além de atender a operação agrícola, a infraestrutura implantada amplia a capacidade elétrica da região, beneficiando outros empreendimentos e comunidades locais.
Energia para a primeira ferrovia estadual do Brasil
Outro projeto estratégico envolve a Rumo Logística, responsável pela primeira ferrovia estadual do Brasil, no Mato Grosso. A (re)energisa constrói uma subestação de seccionamento, conectando a subestação do cliente à rede de distribuição de energia elétrica.
A obra atende a uma demanda mensal estimada em 4,2 MW e integra a infraestrutura energética do Terminal de Grãos da BR-070, parte da Ferrovia de Mato Grosso. O projeto ferroviário terá cerca de 740 km de extensão, ligando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde e passando por 16 municípios.
A subestação de energia garante estabilidade operacional ao sistema ferroviário e amplia a capacidade elétrica da região, beneficiando empresas menores e residências próximas ao traçado da ferrovia.
Impactos socioeconômicos das subestações de energia
Os investimentos em subestação de energia no Centro-Oeste geram impactos que vão além da infraestrutura elétrica. Durante a fase de obras, os projetos devem gerar cerca de 2.050 empregos diretos e 4.100 indiretos nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Após a conclusão, a oferta de energia confiável atrai novos investimentos, estimula a expansão de negócios e contribui para o desenvolvimento regional, com reflexos positivos na economia local e na qualidade de vida da população.
Soluções energéticas e desenvolvimento regiona
Ao viabilizar projetos de grande escala no agronegócio e na logística, a (re)energisa consolida sua atuação como parceira estratégica na construção da infraestrutura energética do Centro-Oeste. Além da construção de subestações de energia, a empresa pode oferecer soluções complementares, como contratos de longo prazo no Mercado Livre de Energia e Energia Solar Compartilhada, ampliando a eficiência econômica e a sustentabilidade dos projetos.
A expansão das subestações de energia no Centro-Oeste reforça o papel da infraestrutura energética como base para o crescimento econômico sustentável, integrando produção, logística e desenvolvimento socioeconômico.
Até a próxima!
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