Energia sustentável no Brasil: inovações e a aceleração da transição energética
Descubra como a energia sustentável no Brasil avança com inovações em H2V, carros elétricos (V2G) e tecnologias para a COP30. Entenda a descarbonização e o futuro da rede elétrica.
A energia que move o Brasil está mudando. E essa transformação não acontece apenas nas grandes usinas ou nos acordos internacionais, mas também no dia a dia de quem consome, produz e investe em energia.
Nos últimos anos, por exemplo, a expansão das fontes renováveis, a digitalização e a busca crescente por metas ESG têm ajudado a florescer um cenário mais inovador, sustentável e econômico. O da energia renovável no Brasil.
E para isso, muitas soluções boas, como assinatura de energia solar compartilhada e migração para o Mercado Livre de Energia estão fazendo com que seja mais fácil reduzir custos, ganhar previsibilidade e acelerar compromissos ambientais usando ferramentas simples e eficientes.
E, se você quer entender como tudo isso se conecta ao avanço da energia sustentável no Brasil e pode mudar a realidade do seu negócio, acompanhe com a gente, pois hoje falaremos sobre:
- Sustentabilidade da indústria de energia;
- A energia do futuro: inovação e descarbonização;
- Mobilidade elétrica;
- Energia e sustentabilidade: desafios e oportunidades.
Vamos mostrar por que este é um dos momentos mais promissores do setor e como sua empresa pode aproveitar isso desde já.
Sustentabilidade da indústria de energia
A sustentabilidade da indústria de energia é um fator fundamental para alcançar as metas ambientais e climáticas globais. A transição para fontes de energia renovável e a implementação de tecnologias mais eficientes são passos importantes a se tomar para essa transformação.
Nesse cenário, o Brasil se destaca como uma das matrizes mais limpas do mundo, segundo o Serviço Geológico do Brasil. E esse setor continua se desenvolvendo, principalmente com o aperfeiçoamento e avanço acelerado da energia solar, da eólica e da biomassa nos últimos anos.
E o melhor é que ainda temos muito mais para crescer: segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) da EPE, mais de 80% da expansão prevista até 2033 virá de fontes renováveis. Um movimento que fortalece o ambiente para empresas que querem migrar para energia limpa com previsibilidade e competitividade.
Isso reforça a tendência de que a energia brasileira se tornará ainda mais sustentável, tecnológica e diversificada, pronta para gerar força real ao nosso país e ao mundo.
Expansão da energia solar e eólica
A energia solar e a eólica viraram protagonistas da nova matriz elétrica do Brasil. Em 2024, só para se ter uma ideia, a matriz elétrica nacional atingiu 88,2% de participação renovável, e a geração proveniente de solar fotovoltaica e eólica representou cerca de 24% da eletricidade total do país, segundo a EPE.
Além disso, dos 10,9 GW adicionados à rede nacional em 2024, mais de 90% das novas instalações vieram de fontes renováveis, especialmente solar e eólica.
Biomassa
Outro pilar essencial dessa história de transição energética e uma grande aliada da sustentabilidade no Brasil é a biomassa. Em 2025, por exemplo, o uso de insumos desse tipo (geralmente proveniente da cana e de subprodutos agrícolas), na indústria, chegou a 21%, segundo a Secretaria de Comunicação Social do governo. Ela é um componente essencial para garantir flexibilidade, estabilidade e complementaridade à matriz.
Além do valor energético, vale destacar que a biomassa também representa uma forma de economia circular: ao reaproveitar resíduos, transformamos o que seria descarte em energia limpa, reduzindo desperdício e gerando valor.
A energia do futuro: inovação e descarbonização
Quando falamos sobre energia do futuro, é importante lembrar que esse movimento vai além da transição para fontes renováveis, e inclui outros pontos como a implementação de novas tecnologias e soluções limpas, melhores para o planeta e que aumentam a eficiência energética e a descentralização da produção de energia para os negócios.
Hoje, o foco não é apenas gerar energia renovável, mas, sim, criar sistemas mais estáveis, inteligentes e conectados, falando também de temas como a descarbonização e as novas tecnologias para um consumo mais inteligente.
E, aqui, três tendências se destacam para ter uma matriz mais inovadora e, por que não, com energia mais limpa e acessível:
Descarbonização em foco
Empresas de todos os setores já sentem a pressão por metas ESG, redução de emissões e responsabilidade ambiental. Nesse sentido, optar por energia sustentável tornou-se parte da estratégia de negócio e um compromisso com o futuro.
A boa notícia é que o Brasil oferece um ambiente cada vez mais favorável, com soluções de baixo custo e tecnologias que reduzem emissões sem comprometer resultados financeiros.
Hidrogênio Verde (H2V)
O Hidrogênio Verde desponta como aposta para a descarbonização de setores intensivos em energia. Produzido com eletricidade renovável, ele substitui combustíveis fósseis em indústrias e transportes pesados.
O Brasil está entre os líderes globais na corrida pelo H2V, com projetos concentrados no Nordeste, onde solar e eólica garantem alta competitividade. Para empresas que enxergam o longo prazo, acompanhar essa evolução é estratégico.
Armazenamento de energia (BESS): estabilidade que impulsiona o crescimento
Com a expansão das renováveis, cresce também a necessidade de armazenamento. É aqui que entram os sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems), baterias de grande escala que armazenam energia e ajudam a estabilizar a rede.
Essas soluções:
- Reduzem uso emergencial de termelétricas;
- Garantem flexibilidade em horários de pico;
- Ajudam a integrar microrredes digitais;
- Preparam o Brasil para a eletrificação da mobilidade.
O armazenamento será um dos grandes catalisadores da próxima década no setor.
Digitalização, redes inteligentes e mobilidade elétrica
Se a geração muda, o consumo muda junto. A digitalização abriu espaço para redes mais inteligentes, previsíveis e interativas, as famosas smart grids. Essas tecnologias são essenciais para monitoramento, automação e tomada de decisão em tempo real.
Para as empresas, isso significa gestão mais eficiente, redução de perdas e adaptação mais fácil a novos modelos de contratação.
Digitalização e descentralização
Um dos grandes focos desse novo momento da indústria energética é a digitalização, e não é difícil entender o porquê. De forma prática, com o avanço atual das novas ferramentas digitais, temos visto o avanço rápido de soluções para o monitoramento, controle e gestão inteligentes de todas as etapas da cadeia, da geração ao consumo.
Além disso, ela também abre espaço para a descentralização, com novos modelos fundamentais para a expansão de soluções para:
- Energia solar compartilhada;
- Microrredes;
- Consumo inteligente em tempo real.
Ou seja: estamos falando de um caminho para tornar a energia mais acessível, previsível e alinhada ao que as empresas precisam para planejar o futuro.
Veículos Elétricos (EVs) e V2G
Os veículos elétricos são outra das inovações que estão se tornando parte da rotina de cidades e empresas. E a tendência agora é o avanço do modelo Vehicle-to-Grid (V2G), no qual o carro não só consome energia, mas também pode devolvê-la à rede, funcionando como uma pequena bateria móvel.
Esse movimento exige smart grids mais estruturadas, com comunicação em tempo real entre rede, carregadores e veículos. E deve crescer muito nos próximos anos.
Energia e sustentabilidade: desafios e oportunidades
Os compromissos firmados no Acordo de Paris, na COP21 e reforçados na recém-realizada COP30 aceleram o avanço da energia sustentável no Brasil. Esse cenário pressiona as empresas a atualizarem seus modelos, mas também abre oportunidades de economia e diferenciação no mercado.
Isso fortalece três pilares que definem a transição energética:
Descarbonização
Investimentos estão sendo direcionados para fontes renováveis, como energia solar e eólica, com destaque para o Mercado Livre de Energia. Isso impulsiona o crescimento dessas fontes e diversifica a matriz energética brasileira.
Descentralização
Os consumidores estão se tornando mais ativos, podendo gerar energia e participar do mercado energético. As redes inteligentes permitem essa interação, possibilitando a comercialização de excedentes.
Digitalização
Soluções tecnológicas inovadoras estão se tornando essenciais, permitindo uma gestão mais eficiente do consumo de energia. A análise de dados e a inteligência artificial estão impulsionando o desenvolvimento de produtos personalizados e transparentes.
São esses pilares que, direta ou indiretamente, se revelam em soluções como H2V, BESS, EVs com V2G e smart grids. E, quando conectadas a modelos acessíveis, como a energia solar compartilhada e Mercado Livre de Energia, a transição se torna uma alternativa mais vantajosa e competitiva para todos.
Pronto para avançar na transição energética com economia e segurança?
A energia sustentável no Brasil já é uma realidade em expansão. Com fontes renováveis avançando, tecnologias ganhando escala e novas formas de contratação, ficou mais simples transformar energia em vantagem competitiva.
E é justamente aqui que a (re)energisa tem tudo para ser sua parceira. Seja por meio da migração ao Mercado Livre de Energia ou da energia solar compartilhada, sua empresa pode consumir energia limpa, reduzir custos e acelerar compromissos ambientais.
Tudo com robustez e a força que só uma empresa com mais um século de história pode fazer para impulsionar a sua energia para um futuro mais sustentável e eficiente.
Pronto para acelerar a transição energética da sua empresa com economia, tecnologia e sustentabilidade? Fale com a (re)energisa e descubra como levar hoje mesmo a energia sustentável do Brasil para a sua empresa.
Até a próxima!
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